segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Faça com que sua empresa pareça grande

Ser pequeno pode ser vantajoso em muitas situações, mas todo empreendedor quer mesmo é crescer. Por mais que uma empresa pequena seja mais ágil que uma grande, entre outras vantagens, é preciso encarar a realidade de que frequentemente o tamanho é documento, sim, para muitos clientes em potencial. 

Mas não se conforme com isso. Mesmo que seu empreendimento seja classificado como pequeno, ele não precisa necessariamente agir como tal. Por isso, confira a seguir as cinco dicas que podem ajudar você a parecer maior e conquistar mais credibilidade dos clientes.

Construa um site elegante
Antes de fechar negócio com você, tenha certeza de que o seu futuro cliente vai verificar o site da empresa. Por isso, vale a pena investir em uma boa página na internet. Hoje em dia, esse serviço não é mais tão caro e não há mais desculpas para não ter uma presença bonita na web.

Desenvolva a presença da sua empresa nas mídias sociais
Tente estar em todas as redes sociais possíveis. Isso não só aproxima a sua empresa dos clientes como faz também parecer que seu empreendimento tem mais experiência e tempo de mercado.

Aumente um pouco ao falar de você mesmo
Geralmente, o dono de uma pequena empresa faz de tudo: dirige as finanças, o marketing e os recursos humanos. Em conversas com possíveis clientes, comente sobre os "outros" membros de sua equipe. Isso transmitirá a imagem de uma empresa maior e mais estruturada.

Tenha um bom endereço
Invista em um local bem localizado. Pode soar um pouco negativo para o futuro cliente saber que a empresa está instalada na casa do empreendedor. Um endereço legal aumenta a credibilidade do empreendimento.

Invista no mercado promocional
Esforce-se para fazer um bom material promocional da empresa. Invista em folhetos, mas cuidado: a publicidade precisa parecer profissional. Um folheto amador pode ser pior do que não ter nenhum.

domingo, 4 de agosto de 2013

O controle e a redução dos gastos na empresa devem ser permanentes e definitivos.

Na década de 20, os administradores preocupavam-se apenas com a captação externa de recursos, procurando obter meios para a sobrevivência da empresa. Vieram os anos de crise que culminaram com a quebra de muitas organizações, motivando uma mudança radical da postura gerencial.
Nas décadas seguintes a preocupação passou a ser outra, a Gestão Financeira interna da empresa, buscando a geração de caixa e uma taxa de retorno atrativa que compensasse os investimentos realizados. Passou-se a se executar um constante monitoramento das movimentações dos recursos financeiros, de sua utilização e em especial, do controle dos custos operacionais.
A gestão dos custos não deve ser apenas para se buscar uma recuperação temporária da empresa mas sim, uma atividade a ser implantada em caráter permanente, controlada e acompanhada constantemente, objetivando uma melhoria contínua não só na utilização dos recursos e na redução dos custos mas também na melhor geração de caixa e dos resultados financeiros.
Os tempos hoje são outros, cada vez se exige mais das empresas e, em especial de seus gestores. A administração passou a ser mais profissional não havendo lugar para amadorismo. Quem o realiza seguramente não conseguirá sobreviver nesse mundo de elevada concorrência, todos buscando pelo mesmo mercado, pelo mesmo cliente.
A adoção de controle de gastos na empresa deverá ter a participação de todos os seus componentes: gestores e colaboradores. A perfeita interação de todos e a busca constante de uma melhoria operacional permanente, com uma redução racional de custos, implementada de forma gradual e perene, poderá trazer enormes benefícios.
Um dos grandes erros de muitas empresas, em especial das micro e pequenas é que, em sendo necessária uma redução substancial de seus gastos, implantam estratégias de curto alcance e, ao resolver parcialmente o problema de recursos, não mais realizam o monitoramento tão necessário no controle de gastos, perdendo-se assim uma ótima oportunidade de solução de muitos problemas, entrando em um circulo vicioso que provocará, em curto espaço de tempo, uma nova crise que, sendo mais forte e conseqüente da anterior, poderá levar a empresa à falência.
O Controle de Gastos deverá ser uma preocupação constante das empresas. Seu acompanhamento permanente cortando custos e despesas desnecessários e que não agreguem valor deve ser permanente, propiciando assim um maior retorno aos investimentos realizados. 
Fonte: Site Sebrae

Algumas técnicas de vendas


Muitas profissões, por mais diferentes que sejam, envolvem ou dependem de vendas. Independente do que está sendo vendido, serviço ou produto, quanto mais um vendedor consegue cumprir seu papel, melhor será o seu desempenho profissional.
Algumas pessoas parecem ter talento próprio para vender. Outras precisam aprender algumas técnicas para conseguir desempenhar a atividade da mesma forma. Dos dois jeitos, para ser um bom vendedor é preciso observar alguns pontos para melhorar suas vendas. Afinal, muitos profissionais da área ganham conforme comissão por produto vendido, quanto melhor o desempenho, melhor o salário.

O que eu estou vendendo?
Conhecer tudo sobre o que você está vendendo é a primeira dica. Aproveite os treinamentos pré-vendas que a maioria das empresas oferece e tire o máximo de informações possíveis sobre o produto/serviço que você será responsável.
Também fique ligado nas ações do seu concorrente. Sabendo disso, você pode ter argumentos para negociar com clientes que ficam na dúvida. Crie respostas para questões que você pode enfrentar.

O que meu cliente quer?
Coloque-se do outro lado do balcão e faça uma auto-avaliação. Como você gostaria de ser atendido em uma loja? O cliente é tudo para o vendedor.

Conhecer o que você está vendendo é tão importante quanto entender o que seu cliente precisa. Algumas vezes, nem ele sabe, entra na loja para "dar uma olhadinha". Essa é a missão do vendedor: mostrar opções, perguntar, sugerir, tudo para deixar o cliente satisfeito e a compra garantida.

Vender é uma ação resultante do relacionamento entre vendedor e cliente. E para o relacionamento dar certo, é preciso conversar na mesma linguagem, entendendo as necessidades do outro.

No entanto, neste caso, a vontade que prevalece é a do cliente em detrimento de quem vende. Desconsidere suas opiniões pessoais e foque no que seu cliente realmente precisa.

* Tenha uma postura simpática, sem parecer forçado. É mais agradável comprar com alguém disposto a atender e de bem com a vida.

* Faça o pós-venda. Se possível, entre em contato com seus clientes para saber se estão satisfeitos com a compra, perguntar sugestões e sugerir novos produtos. Mesmo que a loja onde trabalha não exija isso, ter uma carteira de clientes ajuda muito em momentos de queda de vendas. Cliente fidelizado volta.

* Não tenha pressa em fechar um negócio. Clientes pressionados tendem a desistir da compra. Venda os benefícios do produto ou serviço.

Fonte: Meu Bolso em Dia